
Não sei se ter boa memória é realmente algo bom ou ruim...a minha é excelente, não me esqueço de quse nada, porém pago um preço por isso...da mesma maneira que me lembro das coisas boas, eu me lembro também das falhas e ofensas das pessoas que convivem comigo...ou que já conviveram.
É lógico que eu já tentei mudar, mas as pessoas não mudam muito...no máximo elas se transformam e se adaptam às situações (o que já está de bom tamanho). É invitável olhar para uma pessoa e não lembrar de todas as coisas boas que ela me fez ou me disse, mas também é inevitável olhar para ela e não lembrar de todas as ofensas, de todas as críticas infundadas, de tudo aquilo que não condizia com a verdade, mas queira ou não já foi proferido...as palavras são facas de dois gumes, e elas têm humor, pois elas também se arrependem de serem ditas as vezes, quando agimos impulsivamente e magoamos alguém (por isso eu penso muito antes de falar qualquer coisa).
O problema de se pensar muito em alguma coisa é que podemos sufocar a espontaneidade, o que também não é bom. Então como escolher a prioridade? o que é mais importante: termos boas lembranças na memória por nunca ter dizermos algo não pensado antes ou então perdermos a espontaneidade? na vida quase tudo tem um preço...geralmente caro. Eu optei por conciliar as duas coisas...não quero agir impulsivamente e também não quero perder a espontaneidade, e eu quero conseguir isso plenamente...e conseguirei.






